A polémica em torno do relacionamento de Ariana e Diogo continua a dar que falar e as famílias estão reticentes com este relacionamento. Ariana revela conversa com mãe de Diogo e os conselhos dos pais.
A saída de Ariana Miranda do Desafio Final serviu de preâmbulo para um balanço necessário sobre a complexa teia emocional que tem protagonizado desde a sua participação no Secret Story 10. Em entrevista concedida a Cláudio Ramos e Cristina Ferreira no matutino Dois às 10, a ex-concorrente abordou com pragmatismo a resistência familiar e o estigma que ainda paira sobre a sua ligação a Diogo Maia, que ficou marcada por um dos triângulos amorosos mais mediáticos dos reality shows.
O relacionamento, recorde-se, despoletou-se num cenário de elevada tensão, Diogo Maia mantinha uma relação com Eva dentro da casa quando se envolveu com Ariana, justificando inicialmente a proximidade como uma estratégia de proteção ao segredo da então namorada. A rutura pública e a subsequente traição exposta em direto lançaram uma sombra sobre as intenções do casal, fator que explica a atual reticência da família de Diogo.
Ariana confirmou ter conhecimento de que a mãe do jovem teria manifestado, em antena, o desejo de o ver sozinho, mas desvalorizou o peso do comentário ao afirmar que a escolha final pertence a Diogo. A jovem foi mais longe e revelou que já falou com a mãe de Diogo: “Desde que saí, agora, não. Antes, sim, conversámos. A mãe dele já tinha dito no programa ‘Momento Certo’ que preferia que ele estivesse sozinho, por causa da situação toda. Mas pronto, a escolha dele foi esta e está tudo bem”.
Questionada sobre o aconselhamento dos seus próprios pais, Ariana revelou que a família lhe deixou alguns conselhos e pra agir com prudência: “Disseram para eu pensar bem e eu pensei bem.”
Apesar de o casal ainda não ter oficializado um título para a relação que mantém fora do ecrã, a ex-concorrente não escondeu a ambição de alcançar uma harmonia plena entre os dois núcleos familiares, procurando distanciar-se da polémica original para construir uma narrativa de estabilidade que sobreviva ao escrutínio público e às feridas deixadas pelo jogo: “É claro que eu quero a família dele goste de mim e que a minha goste dele”.
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