Big Brother

Equipa de Hélder revoltada: “Basta de dois pesos e duas medidas”

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A equipa de Hélder divulgou um longo comunicado onde acusa o Big Brother All Stars de aplicar as regras de forma desigual e pede à direção e à produção que garantam igualdade de critérios e respeito para todos os concorrentes. O texto termina com um grito de ordem que já está a circular nas redes sociais.

A equipa de Hélder decidiu romper o silêncio. Num longo comunicado partilhado nas redes sociais, os responsáveis pelo perfil do concorrente do Big Brother All Stars deixaram um recado direto à direção e à produção do programa: o tratamento dado ao jogador não lhes agrada e querem explicações. O comunicado combina indignação, diversos apelos ao respeito, igualdade, imparcialidade e justiça.

Logo a abrir, a equipa deixa claro o motivo da tomada de posição: “Vimos por este meio manifestar publicamente o nosso profundo desagrado e indignação perante determinadas situações a que temos assistido no Big Brother, nomeadamente no que diz respeito ao tratamento dado ao concorrente Hélder.” E avança com a queixa principal: “É com enorme preocupação que verificamos aquilo que consideramos ser uma evidente desigualdade na aplicação das regras e na forma como determinados comportamentos são avaliados dentro da casa.”

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Para a equipa, o problema não está na crítica nem na competição: “A crítica faz parte do jogo. A confrontação de ideias também. Mas existe uma diferença enorme entre jogar, discordar e procurar humilhar alguém perante milhares de espectadores.” E deixa claro que não aceita o que considera ter sido o tratamento dado ao concorrente: “Queremos deixar absolutamente claro que não aceitamos nem normalizamos as faltas de respeito, os ataques pessoais e as situações de humilhação a que consideramos que o Hélder tem sido sujeito. Estar num reality show não significa abdicar da dignidade, do respeito ou do direito a ser tratado de forma justa.”

O comunicado não esconde as dúvidas sobre a forma como as regras são aplicadas: “As regras não podem ser aplicadas de forma diferente consoante o concorrente em questão!” E avança com uma descrição do que dizem ter visto: “Temos assistido a situações em que alguns concorrentes se sentem no direito de insultar, diminuir, ridicularizar e adjetivar os colegas com todo o tipo de expressões ofensivas, aparentemente sem qualquer consequência ou chamada de atenção proporcional.”

A seguir, vêm as perguntas: “Em contrapartida, fica a sensação de que determinados concorrentes são constantemente escrutinados e julgados de forma muito mais severa. Onde está a igualdade de tratamento? Onde está o respeito? Onde está a coerência na aplicação das regras?”

Os colegas de casa também não escapam: “Lamentamos igualmente a postura de alguns colegas que, em vez de contribuírem para uma convivência baseada no respeito, optam por alimentar ataques pessoais, provocações e comentários depreciativos.” E a equipa vai mais longe, apontando para a produção: “Mais preocupante ainda é a perceção de ausência de uma intervenção firme por parte de quem tem a responsabilidade de conduzir e moderar o programa.”

Apesar do tom duro, a equipa quer evitar a leitura de que está a pedir proteção: “O Hélder, como qualquer outro concorrente, tem os seus defeitos, as suas virtudes e os seus momentos menos felizes. Nunca afirmámos que é perfeito, nem pretendemos que esteja acima das regras. O que exigimos é que as mesmas regras sejam aplicadas a TODOS, sem exceções, favoritismos ou critérios diferentes.” E reforça: “Não pedimos privilégios. Não pedimos proteção especial. Não pedimos que o Hélder seja poupado às consequências dos seus próprios atos.”

O apelo final é dirigido à direção e à produção: “Por isso, apelamos à direção e à produção do Big Brother para que reflitam sobre estas situações e garantam uma aplicação transparente, coerente e igualitária das regras.” A equipa deixa também um aviso sobre o silêncio: “O silêncio perante uma ofensa não deve ser interpretado como autorização para que ela se repita.” E uma frase que resume o espírito do comunicado: “O entretenimento não pode servir de justificação para tudo.”

Fica também a promessa de que o apoio vai continuar: “Continuaremos a apoiar o Hélder, com a mesma determinação, sem deixar de denunciar aquilo que consideramos injusto. Porque defender o Hélder não significa afirmar que ele está sempre certo. Significa exigir que seja tratado com a mesma dignidade e os mesmos critérios que todos os outros.”

O comunicado termina com um grito de ordem: “PEDIMOS JUSTIÇA, IMPARCIALIDADE E RESPEITO!” e “BASTA DE DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS! RESPEITO PELO HÉLDER. RESPEITO POR TODOS. REGRAS IGUAIS PARA TODOS!”,

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