A Team Luís Gonçalves divulgou um comunicado a exigir à produção do Big Brother All Stars igualdade de critérios e transparência, apontando vários casos e avisando que tomará medidas se não houver respostas.
A Team Luís Gonçalves divulgou um comunicado esta manhã, 13 de outubro, em que questiona a transparência, a imparcialidade e a igualdade de condições entre os concorrentes, e deixa um aviso: se as preocupações ficarem sem resposta, vão tomar medidas.
A equipa começa por esclarecer que não fala apenas pelo concorrente: “Não falamos apenas pelo Luís. Falamos também enquanto público, que acompanha o programa, investe tempo e, muitas vezes, dinheiro, e que tem o direito de perceber o que realmente acontece dentro da casa”. Depois, enumera as situações que, na sua leitura, merecem esclarecimento.
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Sobre o acesso à Árvore dos Poderes, o comunicado defende que as informações sobre os poderes adquiridos “deveriam ser divulgados anteriormente, garantindo que todos os concorrentes e o público têm conhecimento atempado do que está em causa”. No caso de Luís, que ganhou acesso à Árvore dos Poderes mas não teve acesso ao conteúdo, a equipa considera “particularmente estranha” a situação, uma vez que, até à gala de domingo, 11 de outubro, “os poderes conquistados tinham sido sempre revelados ao público”.
Sobre o Brunch e almoço do líder, a equipa recorda que Luís acabou envolvido numa discussão com Ana Sousa e Jéssica Maria por uma situação em que a sua escolha foi condicionada pelo Big Brother. Uma condição “que não temos memória de ter sido aplicada anteriormente desta forma” e que, segundo o comunicado, “prejudicou bastante o Luís no jogo”, deixando-o alvo de críticas “sem ter a possibilidade de se defender”.
A Escolha dos elementos para a festa, também foi alvo de críticas por parte da equipa do concorrente que recordam que enquanto outros líderes escolheram livremente, Luís não teve as mesmas condições: “Porque motivo não existiu a mesma igualdade de critérios?” A equipa lembra ainda que já aconteceu nesta edição um líder não ser quem escolhe os convidados e, mesmo assim, participar na festa.
Outro tema focado no comunicado, são as conversas graves sobre outros concorrentes, segundo a equipa do concorrente, existiram “situações e comentários potencialmente caluniosos sobre determinados concorrentes que não foram devidamente expostos em galas ou diretos”, o que impediu os visados de saberem o que foi dito e de se defenderem perante todos.
As Conversas depois das 2h da manhã, também foram alvo de análise da Team Luís, que entende que devem ser expostas quando contêm “afirmações gravíssimas” e exige “transparência para que a narrativa do jogo não seja deturpada”.
A team do ex-militar mostrou-se ainda indignada com as Combinações de nomeações. A preocupação é a repetição de estratégias que “parecem ter sempre como objetivo colocar constantemente os mesmos concorrentes na chapa”. E o aviso: “O jogo faz-se de estratégia, sim, mas é importante que não seja viciado e sempre a pender para o mesmo lado”.
O ponto mais explosivo é a conversa em que Miguel Vicente foi o principal visado com graves acusações, e que, segundo o comunicado, “foi completamente omitida, exceto a quem assistiu ao 24h e a quem partilhou nas redes sociais”. A equipa cita a frase “O gajo também está sempre a dar na farinha, está sempre descontrolado” e defende que situações desta gravidade “merecem ser devidamente esclarecidas”, dando aos envolvidos a possibilidade de se defenderem “entre eles e perante o público nas galas, diretos ou dinâmicas”.
Mas enganem-se se pensam que a Team do ex-militar ficou por aqui, pois o tom endurece nas últimas linhas, com exigências à produção: “Reforçamos que somos a favor de um JOGO JUSTO, transparente e sem favoritismos ou alinhamentos tendenciosos. Os concorrentes são pessoas, têm sentimentos e merecem respeito. Não são peças de xadrez que podem ser movimentadas conforme a conveniência do jogo”.
E deixam no ar a ameaça: “Caso estas preocupações continuem sem resposta, iremos tomar as medidas adequadas, de forma responsável e pelos meios próprios, garantindo que o rumo do jogo irá mudar”.
O comunicado fecha com uma declaração de intenções: “Hoje pode ser o Luís, amanhã pode ser qualquer outro concorrente. Todos merecem o mesmo respeito, as mesmas oportunidades e o direito de conhecer os factos e de se defenderem quando são envolvidos em situações que os prejudicam”. O objetivo, garante, “não é criar conflitos, mas exigir respostas e contribuir para que o programa seja JUSTO para todos, sem exceção”.















