Mais de um mês depois da estreia do Big Brother All Stars, nenhum avião com mensagens sobrevoou a casa, e a empresa responsável explica que as limitações do Aeroporto de Cascais são a causa.
O Big Brother All Stars reúne os nomes mais sonantes dos reality shows da TVI, mas há um detalhe atípico que não passou despercebido aos espectadores mais atentos, mais de um mês depois da estreia, nenhum avião sobrevoou a casa da Malveir. Nem uma mensagem de apoio, nem uma faixa para os concorrentes, apesar do enorme mediatismo do elenco do reality show.
A explicação já foi apurada e foge ao controlo das teams e dos familiares dos concorrentes. A empresa que costumava assegurar este tipo de serviço em edições anteriores esclareceu, numa nota publicada no seu site oficial, que o problema é logístico: “Por limitações impostas pelo Aeroporto de Cascais (região de Lisboa), apenas estamos a fazer serviços no Algarve”.
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A nova restrição de espaço aéreo inviabiliza as rotas sobre a zona dos estúdios da estação de Queluz de Baixo. E para os fãs, esta já era uma forma de apoio exigente, pois cada voo tinha um custo tabelado de 390 euros, a que acrescia IVA.
As regras também têm vindo a apertar, recorde-se que durante a Casa dos Segredos 10, soube-se que as faixas enviadas para a casa não podiam conter informações sobre o mundo exterior, e que estava proibido o uso de frases ofensivas dirigidas a quem quer que fosse. A TVI também tomou medidas restritas, devido ao impacto que as mensagens estavam a ter nos concorrentes e cada vez que passava um avião, os moradores da casa mais vigiada do país eram obrigados a entrar de imediato e as portas fechavam-se para que não fossem para o exterior.
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