Depois da polémica das referências a bairros no Especial do Big Brother All Stars, Gonçalo Quinaz partilhou um texto duro, sem nomear ninguém, em reação à revolta de Luís Gonçalves contra Helena Isabel.
A palavra “bairros” incendiou o Especial de segunda-feira do Big Brother All Stars e o rescaldo chegou às redes sociais. Durante a emissão, os concorrentes viram imagens de uma conversa entre Helena Isabel e Miguel Vicente em que falavam de Luís Gonçalves e das suas ligações a bairros. O ex-militar não aceitou as referências e reagiu com a revolta de quem se sentiu atingido: “Isto é uma conversa nitidamente para ver se passa mancha, ou isto é o tipo de gente que aqui está. É uma vergonha isto que está aqui a passar. Os bairros, eu tenho família numa zona de bairro, não tenho vergonha nenhuma, orgulho-me muito disso”.
Luís foi mais longe e apontou o dedo à jurista, pedindo à produção que mostrasse o que diz ter acontecido fora do ar: “Esta pessoa que está aqui é perigosíssima, é perigosíssima. Passem aquilo que ela me esteve a fazer lá fora depois das 2 da manhã, quando vocês estiveram a emitir. Passem aquilo que ali está fora”.
Cá fora, as reações não tardaram. Gonçalo Quinaz recorreu às suas redes sociais para partilhar um texto sem nomes, mas com um alvo que o contexto torna evidente. O comentador começa por traçar o retrato de uma pessoa que, na sua leitura, não é o que aparenta: “Cheia de preconceitos, uma pobre coitada em tudo, até de espírito”.
Quinaz seguiu com uma dura análise ao carácter de Helena Isabel: “Convencida de uma superioridade que não tem, mas incapaz de esconder a pequenez do seu carácter. Educação e valores parecem faltar-lhe, mas arrogância e vulgaridade não lhe faltam”. Mas o comentador foi não se ficou por aqui e foi ainda mais implacável com a jurista : “Vulgaridade essa que as mulheres ‘dos bairros’ não têm”.
O comentador prosseguiu acusando Helena de ser ‘falsa’ e de ‘viver numa ilusão’: “Finge ser alguém que não é, gaba-se de coisas que não tem e vive numa ilusão constante, a fingir uma realidade que não corresponde à sua vida”. E fecha com a farpa mais dura: “Uma existência feita de aparências, num mundo de faz de conta, onde tenta vender aos outros aquilo que nunca conseguiu ser”.















