Catarina Miranda volta à carga na sua rubrica e não poupa o Big Brother Verão. Na mais recente crónica, a autora compara o programa ao naufrágio do Titanic e deixa uma análise mordaz.
Catarina Miranda volta a dar que falar com a sua crónica na revista na TV7 Dias. Na mais recente crónica, intitulada “O Titanic das audiências”, a jovem de Almeirim deixa uma análise mordaz ao Big Brother Verão, comparando o programa ao célebre naufrágio.
Fiel ao seu estilo, Miranda constrói toda a crónica em torno da imagem de um transatlântico que prometia muito, mas que, na sua ótica, nunca esteve preparado para entrar no mar. Segundo Miranda, o programa “prometeu um transatlântico” e vendeu uma “viagem épica”, mas acabou por revelar-se “um barco a remos preso ao cais”, numa travessia que classifica de monótona. Recorde-se que as audiências do programa têm ficado bastante aquém das expectativas.
Leia também: Sondagem Big Brother Verão: Quem quer salvar?
A comentadora da CMTV não poupa a condução do programa. Sobre a apresentadora, escreve que estaria numa “difícil missão de conduzir um navio que, por vezes, parecia navegar sem bússola”, sugerindo que se passou mais tempo a garantir aos espectadores que a viagem seria extraordinária do que propriamente a torná-la assim.
Também os concorrentes são alvo de reparos. Miranda considera que houve quem “confundisse presença com conteúdo”, criticando participantes que “enchem o ecrã, mas raramente enchem uma conversa”. A autora aponta ainda para uma alegada falta de momentos memoráveis, escrevendo que as reviravoltas anunciadas se revelaram “curvas tão suaves que nem um GPS se dava ao trabalho de recalcular a rota”.
O painel de comentadores não escapa à sua caneta afiada. Segundo a cronista, os analistas “nem tiveram tempo de aquecer a cadeira”, comparando-os à “orquestra do Titanic”, que tocava até ao fim, mas que, na sua opinião, não conseguia disfarçar um navio a meter água.
Para Catarina Miranda, a tão anunciada inovação “ficou retida no porto”, com o programa a limitar-se, na sua perspetiva, a “reciclar fórmulas gastas” embrulhadas numa forte campanha promocional. A jovem de Almeirim remata com valente estouro à TVI: “O verdadeiro naufrágio não foi o das audiências, foi o das expectativas”.
Adicionar Cusquices como fonte preferida















