Big Brother

Cândido Pereira acusa Boris de falsidade dentro da casa

Cândido Pereira e Boris
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Cândido Pereira não poupou críticas a Boris no Extra, considerando que a estratégia conciliadora do concorrente esconde falsidade e o impede de dar mais conteúdo ao jogo.

O Extra desta madrugada, 29 de agosto, contou com a condução de Marta Cardoso e, no painel de comentadores, Teresa Silva, Cândido Pereira e Gonçalo Quinaz. Com o programa a entrar na reta final, um dos temas mais debatidos continua a ser a postura de Boris, que, ao evitar conflitos com os colegas, apenas foi a votos uma única vez nesta edição.

Marta Cardoso quis perceber se esta discrição do concorrente se deveria ao receio de se expor, recordando que o próprio sempre manifestou o desejo de ser recordado pela sua boa disposição e simpatia.

Cândido Pereira discordou de imediato desta leitura mais favorável: “Sim, ele tem que se expor. Agora, ele quando se expôs, pôs o pé na argola (…). Isso acabou por o retrair um bocadinho mais, mas isto também tem a ver com a falta de noção dele, porque as situações que ele passou, as situações que o fizeram colocar o pé na argola, foi a falta de noção dele, na minha perspetiva”, atirou, referindo-se às polémicas que envolveram a proximidade a Joana e Vanessa, e ainda as comentários polémicos que fez sobre Raquel, que geraram uma onda de indignação cá fora. O comentador rejeitou também a ideia de que a postura de Boris traduzisse genuinidade: “Não, o Boris para mim não é transparente, porque uma pessoa que vai para ali e quer dar-se bem com toda a gente, para mim é uma pessoa que é, ali dentro, atenção, que eu não conheço cá fora, para mim é uma pessoa falsa”.

Para fundamentar a sua avaliação, Cândido Pereira defendeu que gostar de toda a gente de forma indiscriminada não corresponderia à realidade das relações humanas: “Uma coisa é, eu, Cândido, como vocês sabem, gosto de fazer bom ambiente e que haja bom ambiente, está tudo certo. Agora, é impossível eu gostar de toda a gente. É impossível. Ninguém gosta de toda a gente. Vão sempre gostar mais de uns e menos de outros. É perfeitamente normal. Agora, eu estaria a ser falso se dissesse, ah, não, gosto de todos por igual”.

O comentador lamentou ainda que a estratégia de tentar chegar à final sem atritos acabasse por impedir momentos mais marcantes dentro do jogo: “O Boris, ao estar ali a querer dar-se bem com toda a gente, eu entendo, está dentro do jogo, tentar chegar o mais longe possível, ok. Mas também pode tentar chegar o mais longe possível dando algum conteúdo cá para fora e um conteúdo que até é bom a favor dele. O que nós acrescentámos de facto foi que ele se calhar faltou ao respeito a quem não devia, na nossa opinião”.

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