Joana Diniz fez um raio-x completo aos concorrentes do Big Brother All Stars, sem poupar críticas a alguns e elogios a outros, e revelou quem gostaria de ver vencer.
Esta terça-feira, 29 de setembro. Joana Diniz sentou-se no Dois às 10 e não se poupou a nada. A jovem alentejana falou da sua amizade com Sónia Jesus e analisou os concorrentes do Big Brother All Stars. Joana passou pelos nomeados, pelos que a irritam, pelos que a surpreendem e, no fim, deixou clara qual é a sua concorrente do coração no Big Brother All Stars.
O desafio veio de Cláudio Ramos: adivinhar quem seria o próximo a sair. Joana Diniz não hesitou a apontar Diogo Marcelino: “O Diogo Marcelino é o mais fraco destes”. Recorde-se que junto com Diogo Marcelino, estão em risco: Catarina Miranda, Luís Gonçalves e Miguel Vicente.
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Sobre os concorrentes que mais tem gostado, Joana elogiou Catarina Miranda: “Eu gosto da Catarina Miranda porque acho que ela sabe fazer este programa diferente”. Para Joana Diniz, a concorrente “tanto tem um lado que é chato como tem um lado muito divertido”, sendo, na sua leitura, “uma mulher sofrida com coração magoado, mas que lá dentro até tem coisinhas boas”.
Já sobre Miguel Vicente, a antipatia foi imediata e sem meias palavras: “Não vou, não vou, não vou. Não aguento”. Quando Cláudio Ramos sugeriu que o algarvio estaria diferente nesta edição, Joana Diniz discordou por completo: “Está terrível! Ai, não me dás! É muito bom nós estarmos a vê-lo cá fora como telespetador, dá jogo, é bom, é incrível. Mas lá dentro, aturá-lo, minha nossa senhora!”.
Luís Gonçalves, esse, entrou no lote dos preferidos, descrito como “um homem do povo, diz o que lhe vem na alma, sem medo de nada”. Confrontada com a sanção que o concorrente tinha recebido no dia anterior, por ignorar um pedido do “Big” para ir ao confessionário, Joana Diniz relativizou, indo buscar o próprio percurso de Miguel Vicente: “Sabes quantas vezes é que o Miguel Vicente, por exemplo, chegou a desrespeitar também o ‘Big Brother’ na minha altura?”.
Sobre Jéssica Maria, a leitura foi mais pragmática do que emocional: “A Jéssica, olha, está a ganhar um dinheirinho, se aguenta o máximo tempo, que o dinheiro faz falta a toda a gente”. Quando Cláudio Ramos sugeriu que a estratégia de alguns concorrentes passaria por não levantar ondas para escapar às nomeações, Joana Diniz concordou: “Acho que é um bocado por aí também. (…) É uma pessoa tranquila”.
Joana Albuquerque também passou pelo raio-x: “Estou muito impressionada com a Joana Albuquerque. Eu sei que ela não é a mesma que o 2020”, disse, acrescentando que a considera “muito calma”. Já sobre Kina, admitiu não perceber o papel da concorrente dentro do jogo, enquanto Noélia Pereira, apesar do respeito que lhe merece, “já cansa”.
A grande surpresa positiva ficou reservada para Diogo Marcelino, que Joana Diniz conhece de outra edição, há 14 anos: “Estou surpreendida com o Diogo Marcelino, ele entrou no meu programa há 14 anos atrás”. E não poupou elogios ao estilo de jogo: “Está um jogador com sede ao jogo, sabe? Estou a gostar, também sem medos. Gosto muito, por acaso, do Diogo. (…) Estou a gostar dele enquanto jogador”.
No fecho da conversa, Cláudio Ramos perguntou quem Joana Diniz gostaria de ver a vencer, excluindo Sónia Jesus e a resposta não deixou dúvidas de que a exclusão não fazia sentido para ela: “A Sónia, minha Sónia, minha Sónia até ao final”.
A ex-concorrente aproveitou ainda para revelar que, pela primeira vez na vida, montou uma equipa de apoio a um concorrente, precisamente a Sónia Jesus e não escondeu o trabalho que isso lhe tem dado: “É difícil, difícil, difícil a gestão, as rifas, o juntar dinheiro. Antigamente isto era tu gostavas, ligavas, fazias as chamadas. Agora é angariar dinheiro, é fazer rifas, é sortear não sei o quê. Depois tens a tua vida, o teu trabalho”. Perante a confissão de Cláudio Ramos de que prefere votar diretamente, Joana Diniz foi direta a apelar ao apresentador: “Eu estou mesmo a fazer conta contigo, Cláudio Ramos. Mesmo, nem vou esperar outra coisa”.
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