Big Brother

Cláudio Ramos e comentadores condenam “teatrinho” de Boris

Cláudio Ramos e Boris
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A nomeação lacrimosa de Boris a Nuno dividiu o painel do Dois às 10. Enquanto Adriano Silva Martins e Cláudio Ramos acusaram o concorrente de “teatrinho”, Cristina Ferreira defendeu uma estratégia bem definida.

Este domingo, 19 de julho, foi noite de gala na casa do Big Brother Verão e, logo na abertura, coube a Boris abrir a caixa de pandora, com duas decisões importantes em mãos: atribuir uma imunidade e uma nomeação direta a um dos seus aliados. Se a escolha de Joana para a imunidade não gerou hesitações, já a nomeação direta deixou o concorrente em lágrimas, ao ter de apontar o dedo a Nuno, a quem já chama irmão.

O episódio esteve em análise esta manhã no Dois às 10, onde Cláudio Ramos e Cristina Ferreira receberam os comentadores Gonçalo Quinaz, Diana Lopes e Adriano Silva Martins para o rescaldo da gala. O apresentador não escondeu a irritação com a reação emotiva de Boris, considerando-a um verdadeiro “teatrinho”.

“O Boris está a enervar-me imenso, eu vou ter de dizer isto”, atirou, lembrando que o concorrente tinha outras opções à disposição, como Joana ou Afonso, mas optou mesmo assim por Nuno. “Não vale a pena fazer aquele drama ali”, acrescentou.

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Adriano Silva Martins concordou de imediato com a leitura do colega, descrevendo a atitude do mergulhador como um falso drama: “Ah, ‘estou destruído por dentro, meu Deus do céu, que eu vou ter de nomear o Nuno’. O que ele quer?”, ironizou. O comentador aproveitou para sublinhar a importância da honestidade dentro do jogo: “Mas não mintam, é quanto lá tiverem de amigos”, criticando diretamente a postura de Boris.

A crítica ganhou ainda mais intensidade quando Adriano Silva Martins acusou o concorrente de falsidade: “É um falso, temos de dizer as coisas pelos nomes. O Boris é falso, está a dizer: ‘ai, estou destruído por dentro’. Se estás destruído por dentro, és incapaz de nomear um amigo do coração como tu dizes que é teu amigo do coração”, declarou, chegando mesmo a classificar Boris como uma “nódoa lá dentro” que “não faz absolutamente nada” de relevante no jogo.

Cristina Ferreira trouxe uma perspetiva diferente, defendendo que Boris tem seguido uma estratégia bem definida desde o início: “Ele sabe perfeitamente o jogo interno que tem feito”, garantiu, recordando um episódio da semana anterior em que o concorrente terá admitido, primeiro à Joana e depois em confessionário, querer nomear Vanessa, mas sem coragem de o assumir diante dela: “ele, em conversa com a Joana, assume, e depois em confessionário também, que queria nomear a Vanessa, mas que só tinha coragem de o fazer em confessionário, porque à frente dela não queria contar”. Segundo a apresentadora, seria “mais benéfico” para Boris “ir passando por cima da Vanessa”.

O debate acabou por alargar-se à questão da sinceridade dos concorrentes em geral, com Cláudio Ramos a questionar se os participantes ficam de facto “destruídos” perante as nomeações. Adriano Silva Martins voltou a reforçar a incoerência que via na postura de Boris, que teria afirmado que a amizade é mais importante para si do que o próprio prémio final: “Isto é surreal. Quem diz uma coisa destas fica apresentado logo, porque já ninguém acredita numa treta destas”, rematou.

Para fechar o debate, Cláudio Ramos recorreu a uma analogia bem-humorada para ilustrar a sua visão sobre as prioridades dentro do jogo: “A mim chamam aqui e dizem-me assim: ‘Cláudio, continuas a receber e vais seis meses de férias, ou então despedes o Quinaz’. Eu despeço o Quinaz”, brincou, esclarecendo de imediato: “Estamos a brincar, é a nossa vida”.

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