Salvação de Boris gera discórdia no painel de comentadores e Adriano Silva Martins não poupa o mergulhador.
Esta manhã, 24 de agosto, Cristina Ferreira e Cláudio Ramos receberam no Dois às 10 os comentadores Cinha Jardim, Adriano Silva Martins e Gonçalo Quinaz, para comentar o rescaldo da gala do Big Brother Verão deste domingo. A salvação surpresa de Boris e a sua postura dentro da casa foram alguns dos temas em destaque, com Adriano Silva Martins a não poupar críticas ao concorrente.
Antes de a discussão aquecer, foi Cinha Jardim quem deu o mote, admitindo ter ficado surpreendida com o desfecho da votação, mas reservando os maiores elogios não para o concorrente, e sim para quem trabalhou por ele fora da casa: “Acho que eu gostei que o Boris tivesse sido salvo. Acho-lhe uma certa graça, como disse desde o princípio, mas surpreendeu-me bastante. Achei que era a Sara que ia, mas depois também, realmente pensando que eles tinham os dois, Sara e Nuno, os mesmos votos dos fãs do casal, ou os da Sara mais do que do Nuno, não sabemos, é normal que tenha acontecido o Boris. Dizendo eu que muitos parabéns à mulher dele, realmente, porque ela é que angariou uma data e teve a trabalhar imenso para que o Boris lá ficasse”.
Foi a partir daqui que Adriano Silva Martins decidiu colocar-se, literalmente, no lugar da esposa do concorrente, para explicar o desconforto que sente com a situação e os comportamentos que Boris tem tido na casa: “Eu se fosse a mulher do Boris provavelmente queria tê-lo em casa para ter uma conversa com ele. Mas isto sou eu, eu Adriano Silva Martins”.
Cláudio Ramos discordou de imediato, argumentando que não haveria aqui qualquer engano por trás apenas a personalidade que a família já conheceria de antemão: “A mulher do Boris, ao contrário do que muita gente diz, sabe exatamente o tipo de homem que ele é. E ele é aquele homem, sim”.
O argumento, porém, não convenceu Adriano Silva Martins, que separou claramente duas coisas, a intenção do concorrente e o impacto do que é mostrado em televisão nacional: “E outra coisa é tu veres em direto, com Portugal inteiro a ver, certas atitudes. Eu acho que o Boris é demasiado carinhoso. Com isto não estou a dizer que ele tenha feito absolutamente nada e que ele tenha ultrapassado absolutamente nada, mas eu acho que ele é demasiado carinhoso e demasiado dado, para usar aqui as palavras da Cinha, com determinadas pessoas dentro da casa. Primeiro com a Joana e depois com a Vanessa”, sublinhou.
O comentador encerrou a sua intervenção com uma reflexão sobre lealdade que dispensava qualquer acusação direta, optando antes por um exemplo mais pessoal: “Eu não sei se faz isso com intenção, mas eu tenho respeito, se eu estou comprometido com alguém, tenho respeito de não a fazer passar por isso diante de todos os portugueses. Eu percebo que aquilo não é nada, eu percebo que aquilo não é nada, mas eu não gostaria de ver se estivesse no lugar da minha avó”.
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