Raquel Galvão reagiu à polémica que está a incendiar o Big Brother Brasil 2026 e que já atravessou fronteiras.
Raquel Galvão reagiu à recente polémica que está a incendiar o Big Brother Brasil 2026 e que já atravessou fronteiras, gerando indignação também em Portugal. O reality show brasileiro ficou marcado este domingo, 18 de janeiro, pela desistência de Pedro Henrique, mas não antes de o concorrente protagonizar um episódio que chocou o público dentro e fora do Brasil: Pedro tentou beijar à força uma colega dentro da casa, num ato que foi amplamente condenado e classificado como assédio.
A ex-concorrente do Secret Story 9, não ficou indiferente ao sucedido e decidiu usar as suas redes sociais para reagir publicamente. Visivelmente chocada com o episódio, a ex-concorrente deixou uma reflexão profunda sobre a banalização que tem sido feita em torno do assédio e das agressões a mulheres, alertando para a gravidade de situações como esta e para a necessidade de as levar a sério, especialmente quando acontecem em programas com grande visibilidade pública.
Raquel começou por mostrar a sua indignação com episódio que está a dar que falar no Big Brother Brasil: “Eu estou a acompanhar o Big Brother Brasil e hoje aconteceu algo muito grave. Depois destes dias em Portugal, que voltou a surgir um caso em Portugal, que colocou a discussão sobre o assédio, o abuso do poder, na agenda pública. Hoje no Big Brother Brasil aconteceu algo que deveria ser impossível”
A ex-concorrente do Secret Story lamentou ainda que o assédio aconteceu debaixo do olhar atento de toda uma produção, de milhentas câmaras, onde o ambiente deveria ser seguro: “Uma mulher foi isolada, incorralada e assediada dentro de uma casa que tem câmaras 24/7, tem psicólogos à disposição, tem uma produção atenta, tem seguranças e ainda assim aconteceu”.
“Se mesmo num espeço vigiado, protegido, com equipas e protocolos pensados para evitar este tipo de situações, uma mulher não se sente segura, o que dizer em empresas, transportes, ruas e até dentro das nossas próprias casas”, salientou Raquel.
Raquel prosseguiu com um forte alerta: “O que aconteceu ali não é apenas um caso isolado de má conduta é um alerta brutal que a sensação de segurança das mulheres não depende de vigilância, mas de respeito, de educação e de uma responsabilidade colectiva”
“É hora de reflertirmos todos um bocadinho sobre estas situações, enquanto sociedade precisamos de construir ambientes onde o assédio, a intimidação ou a violência não sejam possíveis, em lugar nenhum”, rematou Raquel Galvão.
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