Valter Carvalho recorda passagem na 1ª Companhia e volta a criticar Noélia Pereira.
Valter Carvalho, ex-recruta da 1ª Companhia, foi o primeiro concorrente a ser expulso do reality show, tendo permanecido apenas três dias no Quartel de Bucelas. Apesar da brevidade da sua passagem, esses dias foram vividos de forma intensa e marcados por confrontos acesos, especialmente com Noélia Pereira, que rapidamente se tornaram num dos principais focos de tensão dentro da companhia.
Agora, em entrevista à TV7 Dias, o modelo voltou a recordar as quezílias com a algarvia e não foi nada meigo nas críticas. Valter não escondeu que o tom de voz de Noélia o deixava com os nervos em franja e foi mais longe, acusando a concorrente de se fazer de vítima sempre que era confrontada.
Valter começou por salientar que não entrou no programa para ter confrontos, mas acredita que Noélia tentava procurar os confrontos pois sabe que os realities shows se alimentam disso: “Eu não entrei para discussões e não acredito que ela tenha entrado para discussões, mas ela quer discussões porque sabe que alimentam o programa.”
O modelo não escondeu que o tom de voz da algarvia o deixava stressado e recordou que chegou a ter essa conversa com a recruta da 1ª Companhia: “E a maneira como ela fala… Já a chamávamos de produtora do programa. Chegava ali aos berros, aqueles agudos a entrarem pelos ouvidos. Eu dizia-lhe: ‘Evita só, por favor. Podes dizer o que tu quiseres, mas evita chegar aqui aos berros, aos meus ouvidos. Porque se eu ter um berro vais começar a chorar. E isso não é bom para ti nem para mim. Quando vieres falar comigo assim, eu vou-te virar costas e não falo mais contigo’.”
Valter acredita que Noélia lhes lançou o isco e que eles cairam que nem patinhos: “Acho que ela descascou umas quantas bananas e nós fomos escorregando.”
“Fez-se bem de vítima e está tudo certo. Eu não entrei para jogo nenhum, entrei para me divertir, para aprender. Mas há pessoas que entraram desde o momento zero para aquele jogo”, rematou o modelo.
Recorde-se que ma primeira semana da 1ª Companhia, Noélia Pereira recebeu 12 nomeações dos colegas, um número impressionante que deixou claro o desconforto generalizado em relação à algarvia. Os camaradas acusaram-na de ser “chiba” e não pouparam nas críticas, criando um ambiente hostil à sua volta.
Pedro Barroso foi, sem dúvida, quem bateu mais de frente com Noélia durante esses primeiros dias, protagonizando confrontos diretos e acesos que alimentaram a tensão no quartel. No entanto, na semana seguinte, num momento de maturidade e numa tentativa de pacificar a relação, ambos conseguiram sentar-se e conversar. Deram uma oportunidade de se conhecerem melhor, o que permitiu suavizar o clima e abrir caminho para um entendimento que parecia impossível nos primeiros dias de convivência.
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