O Instrutor Andrade fez um balanço da sua participação na 1ª Companhia e respondeu a algumas perguntas mais indiscretas sobre os recrutas. Favoritos? Repescaria algum dos expulsos? Veja as respostas.
Com a 1ª Companhia a aproximar-se da grande final, o Instrutor Andrade, uma das figuras mais marcantes do reality show militar da TVI, concedeu uma entrevista à revista TV 7 Dias onde fez um balanço da sua participação no formato.
O militar, conhecido pela postura imperturbável e pelo rigor que impõe aos recrutas, descreveu a experiência como “fantástica e inolvidável”, assumindo que encara a missão com a mesma seriedade de uma instrução real: “Gosto de desafios. Para mim estou a ministrar uma verdadeira ‘recruta’… apenas tenho microfone todo o dia!”
Andrade revelou que o feedback que recebe na rua tem sido extremamente positivo. Os espectadores elogiam o programa como uma “lufada de ar fresco na TV” que proporciona “excelentes momentos de descontração, mas que também transmite valores morais que são necessários hoje em dia na sociedade e que estão em desuso”.
Uma das grandes curiosidades do público prende-se com a capacidade do instrutor em manter a compostura perante as situações cómicas protagonizadas pelos famosos, nomeadamente por Filipe Delgado. Andrade explicou que essa frieza é resultado de treino profissional: “Faz parte da vivência militar o controlo das emoções e a sua manifestação exterior.” O instrutor recusou ainda a ideia de que apenas o cantor é fonte de riso, garantindo que “não tem qualquer recruta favorito” e que “também outros recrutas proporcionam situações de contenção de riso”.
Questionado sobre a capacidade dos participantes para seguirem carreira nas Forças Armadas, a avaliação de Andrade foi surpreendentemente positiva: “Qualquer recruta cuja idade permitisse seguir a vida militar poderia fazê-lo sem qualquer problema.”
Apesar do sucesso, o instrutor não esquece a responsabilidade que carrega. Andrade revelou que recebe conselhos dos seus pares para salvaguardar a imagem da instituição militar: “Entre camaradas, dizem para manter a postura e forma de estar, pois a mesma está adequada ao programa bem como ao prestígio das Forças Armadas.”
Quando questionado sobre o jogo e as expulsões, Andrade mostrou-se pragmático e respeitador da vontade popular: “Os portugueses decidem e eu respeito as suas decisões. Não repescava ninguém.” Para o militar, o maior obstáculo nesta aventura televisiva não foram os recrutas, mas sim um elemento incontrolável: “Talvez sejam as condições meteorológicas adversas.”
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