1ª Companhia

Andrea Soares aponta o seu favorito à vitória da 1ª Companhia

Andrea Soares

Andrea Soares revelou no ‘Dois às 10’ quem gostaria de ver a conquistar o prémio final da 1ª Companhia e justificou a sua escolha com base no percurso e dedicação do recruta.

Andrea Soares foi a recruta expulsa da 1ª Companhia no passado sábado, com apenas 6% dos votos para salvação, numa decisão clara do público que pôs fim à sua participação no reality show militar da TVI. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, a cantora concedeu a sua primeira entrevista após a expulsão a Cláudio Ramos e Cristina Ferreira no programa ‘Dois às 10’, onde fez um balanço da sua passagem pela Base de Bucelas e reagiu às críticas que enfrentou ao longo das semanas.

Ainda no rescaldo da saída, Andrea aproveitou a presença no matutino para partilhar os seus prognósticos sobre quem merece conquistar o prémio final de 25 mil euros. A cantora começou por tecer rasgados elogios à produção do programa, destacando a forma como o casting foi pensado e estruturado. Andrea considerou que o equilíbrio de personalidades foi fundamental para o sucesso do formato: “A pessoa que fez isto foi iluminada, porque é assim, somos realmente todos muito diferentes e somos todos muito necessários (…) todos os que entraram eram os que tinham que ter entrado”.

Quando questionada diretamente sobre quem gostaria de ver a levantar o cheque final, Andrea não hesitou em nomear o seu favorito, embora tenha deixado uma menção honrosa a outro colega de caserna. “O Filipe. O Filipe porque o Filipe tem tudo e já passou por tudo ali dentro (…) o [Nuno] Janeiro também, na minha opinião, mas sinto que o Filipe, além de dar muito ao programa, ele dá muito à família”, explicou, referindo-se ao espírito de união que o cantor promoveu no quartel.

A autenticidade de Filipe Delgado, muitas vezes questionada devido ao seu humor constante e à sua postura descontraída, foi validada pela ex-recruta. Cristina Ferreira quis saber se a atitude do cantor causou estranheza inicial, mas Andrea garantiu que a conexão foi instantânea e natural, desfazendo de vez a teoria de que existiam grupos pré-formados antes da entrada na competição: “Não, eu nunca estranhei (…) Logo o primeiro dia, eu até comecei a dar conselhos e coisas, tipo, há coisas, energias que se cruzam. E eu senti logo, e eu não o conhecia, lá está, nem conhecia a Soraia”.

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