1ª Companhia

Filho de Sara Santos ‘quebra o silêncio’ e fala da luta da mãe contra o vício do álcool

Sara Santos

Filho de Sara Santos fala pela primeira vez da luta da mãe contra o alcoolismo.

Carlos Santos, filho de Sara Santos, quebrou o silêncio e pela primeira vez concedeu uma entrevista à TV7 Dias, onde falou abertamente sobre um tema delicado e doloroso: o vício da mãe no álcool. Numa conversa sincera e emocionada, o jovem abriu o coração e partilhou o impacto que este problema tem tido na vida familiar.

Carlos não esconde que deposita esperança na participação da mãe na 1ª Companhia. O filho da recruta acredita que a experiência no Quartel de Bucelas, longe do ambiente habitual e sob a disciplina rigorosa da recruta militar, possa ser o ponto de viragem que Sara precisa para se livrar de uma vez por todas do vício que tanto a tem condicionado: “Quando surgiu a proposta, foi uma das coisas que eu disse logo. Como não vai haver bebidas nem tabacos, é uma boa ajuda, pelo menos para combater um ou para começar a ajuda no combate ao vício”.

O jovem de 21 anos, confessa que não tem sido fácil lidar com o vício da mãe: “Não tem sido muito fácil. Nunca sabia o que é que podia esperar, honestamente, porque não sabia até que ponto é que eu chegava a casa e via a minha mãe a beber Coca-Cola e conseguia cozinhar e estava bem. Como, do nada, chegava e às vezes via a minha mãe já um bocadinho alterada, ao ponto de não conseguir fazer o jantar”.

O filho de Sara recordou que esta não é a primeira vez que a mãe enfrenta a luta contra o alcoolismo. A jornalista voltou a beber após a morte da irmã, um momento devastador que a marcou profundamente. No entanto, foi quando Carlos atingiu os 18 anos que se deu o verdadeiro ponto de viragem: “Já não é a primeira vez que lida com o álcool. A minha mãe, quando eu tinha mais ao menos 10 anos, também já tinha lidado com este problema, mas as coisas lá se conseguiram resolver. A minha mãe parou de beber. Após a morte da minha irmã, a minha mãe começou a beber um bocadinho mais, mas nada demais. O problema foi quando eu atingi os meus 18 anos”.

“A primeira vez que eu vi a minha mãe muito mal foi com 18 anos. Aí tentei ajudar porque, obviamente, eu não consegui fazer muito mais. É levar a minha mãe para a cama, dar água e trazer o balde da esfregona para o caso de a minha mãe precisar”, recordou Carlos.

Leia também:

To Top